Design Estratégico

Secretário da SDEI participa de reunião com direção do CIPEL

O secretário de Desenvolvimento, Empreendedorismo e Inovação, Jeferson Sigales, participou na noite desta segunda-feira(18), de reunião com empresários do Centro das Indústrias de Pelotas (Cipel). Ele falou sobre as iniciativas da Prefeitura para alavancar o desenvolvimento do setor, com incentivos em áreas de inovação, tecnologia e empreendedorismo. Destacou os três Parques Industriais que estão sendo trabalhados pela Secretaria de Desenvolvimento, Empreendedorismo e Inovação (SDEI). O Parque Industrial (privado), que em uma primeira fase constará de 300 lotes mais toda uma infraestrutura montada em quase 20 hectares, o Parque Industrial Logístico, com estrutura viária e possibilidade de instalação de indústrias, próximo à Fenadoce, e o Parque Industrial, que será localizado na região da Sanga Funda, na Zona Norte. Especificamente neste Parque, segundo ele, poderá avançar um trabalho de alinhamento para que as indústrias, a partir do resíduo, possam contribuir com a recuperarão de área próxima as olarias. Essas áreas públicas também vão contribuir com o espaço do município para atrair investimento, tanto o desenvolvimento interno como a mobilidade de indústrias da área urbana para a área destinada”, afirmou Sigales. Também foram abordados temas como as políticas de incentivo, de benefícios fiscais, onde for citada a existência da lei  que regula o programa Pelotas Empreendedora, e a lei da inovação, que pode beneficiar as indústrias. No quesito da inovação, que também prevê, a partir da lei de inovação, uma regulamentação que vai estabelecer benefícios, e também incentivos, além do Fundo Municipal de Inovação (FMICT). Participaram do encontro, os empresários Vittorio Ardizzone (Ardizzone Engenharia e Comércio Ltda), Amadeu Fernandes – (Fil Internacional Leather Imp. Exp. Ltda), Élita Holz Timm e Fábio De Castro (Tri- Química, Biologia e Meio Ambiente Ltda), Jaciara Krolow Bauer (Krolow e Cia Ltda), João Carlos Deschamps ( Universidade), Jose Augusto Peter Vaniel (Cerealista Polisul), Jones Wendt (Nelson Wendt e Cia Ltda), Jorge Tuchtenhagen (Biriba Industria de Bebidas Ltda), Lucio Laser ( Lauser e Zanetti Advogados Associados), Tania Ribeiro ( Zincagem Cromar Ltda), Tiago Giesel (Bruder Pré-Moldados), e Jacques Reydaws ( Betongeo Engenharia Incorporação e Construção). Fonte: Portal Pelotas

Prefeitura debate parceria para inovação na agroindústria

A possibilidade de cooperação técnica entre a Prefeitura de Pelotas e a Embrapii Inovaagro/UFPel para o desenvolvimento da agroindústria do município foi tema de reunião realizada na quinta-feira (14), na Secretaria de Desenvolvimento, Empreendedorismo e Inovação (SDEI). O encontro contou com a participação de diretores e técnicos da Inovaagro, além de representantes da Sdei e da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag). A proposta prevê parcerias e programas voltados à inovação, ciência e biotecnologia aplicadas à agroindústria local. Segundo o secretário da Sdei, Jeferson Sigales, um dos principais focos da cooperação será o fortalecimento das cadeias produtivas agroalimentares do município. Segundo Sigales, um dos principais focos da cooperação será o fortalecimento das cadeias produtivas agroalimentares do município. Fotos: Tobias Bernardo/Secom São cadeias produtivas muito fortes em Pelotas e queremos aproximar e potencializar esse setor. Para isso, é necessário investir na construção de um futuro baseado em inovação, ciência e biotecnologia”, afirmou. Sigales destacou ainda a importância da Inovaagro para o desenvolvimento regional. “A Embrapii e a Inovaagro de Pelotas representam um importante instrumento para o desenvolvimento industrial por meio da inovação”, completou. A unidade Inovaagro, vinculada à Universidade Federal de Pelotas (UFPel), atua no desenvolvimento de projetos de pesquisa, inovação e soluções tecnológicas voltadas à produção agrícola. Entre as áreas de atuação estão tecnologias para proteção de cultivos, pós-colheita e agroindústria, produção agrícola, equipamentos e irrigação, além de bioeconomia aplicada à agricultura e à agropecuária. Fonte: Portal Pelotas

Pelotas avança na discussão para construção de Parque Industrial Público

A criação de um Parque Industrial e um Parque Industrial Logístico, ambos públicos, foi tema de reunião envolvendo as Secretarias de Desenvolvimento, Empreendedorismo e Inovação, Urbanismo, e Superintendência Regional do Banrisul. “Estamos avançando as várias etapas destes dois projetos”, afirmou o secretário Jeferson Sigales. Segundo ele, serão alocados recursos do Programa Avança RS e do governo federal. Pelotas tem uma capacidade intelectual e criativa incrível, desenvolvemos ciência e tecnologias de alto nível, porém ainda não temos um local para transformar esse capital em inovação com capacidade de escala, produzindo riqueza dentro do nosso território”, avaliou Sigales. Um Parque Industrial Público é uma demanda latente, e com uma infraestrutura dedicada, teremos a oportunidade de atração de investimentos de forma objetiva, atuando, também, na permanência de talentos formados na nossa cidade, concluiu. As localizações para estes investimentos ainda estão sendo definidas, tendo como estudos, o Parque Industrial em área localizada na Sanga Funda, e para o Parque Logístico, que também pode abrigar indústrias, BR 392, próximo a Fenadoce. Fonte: Portal Pelotas

Reunião debate a retomada do Programa Cidade Empreendedora

Reunião realizada na manhã desta quinta-feira (30), na Secretaria de Desenvolvimento, Empreendedorismo e Inovação, e com a participação de diretores do Sebrae – Região Sul, discutiu a contratação do Programa Cidade Empreendedora, que tem por objetivo a qualificação do poder público para que possa ofertar melhores serviços à sociedade. Entre os pilares do programa, estão os eixos de inovação, turismo e o agro. Esta é a terceira reunião realizada com dirigentes do Sebrae para encaminhamento de uma proposta final. Após, vai para aprovação do prefeito Fernando Marroni para fechamento e contratação. Dentro dos pilares, que são gestão municipal,  desburocratização, compras governamentais e educação empreendedora, o que mais se direciona é justamente a desburocratização”, afirmou o secretário Jeferson Sigales. Imagem – Tobias Bernardo/Secom Foram discutidas  iniciativas para a regulamentação da lei da inovação,  consultoria para a estruturação do programa Sala do Empreendedor,  oficinas do ambiente experimental da inovação, que é para a estruturação da lei de Sandbox, simplificação do alvará, principalmente voltado à construção civil e avanço na política pública de liberdade econômica. Em um segundo ano, pretende-se incluir também um programa de estímulo à legalização das agroindústrias, afirmou Sigales.  “Pelotas é muito forte na questão da produção agro, e tem importantes cadeias produtivas na região, porém, não há um estímulo à legalização e, junto da aproximação da sala do empreendedor, vamos trazer para dentro da SDEI  uma política de legalização das agroindústrias”. “A retomada do programa Cidade Empreendedora pretende colocar Pelotas no caminho desenvolvimento com a participação ativa do poder público e com o incentivo do Sebrae. “Não basta termos os ingredientes certos, é preciso direção e método para que consigamos oportunizar aos nossos cidadãos, um futuro melhor”, finalizou. Fonte: Portal Pelotas

Quando o Design Estratégico sai do papel e encontra a Cidade

A HORA DO SUL | Fim de semana, 7 e 8 de fevereiro de 2026. Falar de cidades inteligentes costuma nos levar rapidamente ao campo dos conceitos, dos modelos e das grandes estratégias. Mas a cidade acontece, de fato, no chão da rua, no balcão do serviço público, na reunião comunitária, no deslocamento diário e nas pequenas decisões que moldam a vida urbana. É nesse mundo prático que o Design Estratégico revela sua maior potência. No cotidiano das cidades, os desafios raramente chegam bem definidos. Eles aparecem como reclamações difusas, conflitos entre interesses, soluções que funcionam em um bairro e fracassam em outro. O Design Estratégico parte exatamente desse cenário imperfeito. Em vez de buscar respostas rápidas, ele propõe processos de entendimento profundo, capazes de revelar o que realmente está em jogo em cada situação. Na prática, isso significa ir a campo, observar, escutar e envolver. Significa conversar com quem usa o transporte público todos os dias antes de redesenhar um sistema de mobilidade. Significa compreender a rotina de quem trabalha na saúde básica antes de propor soluções digitais. Significa reconhecer que dados são importantes, mas que eles ganham sentido quando encontram as histórias, os hábitos e as necessidades reais das pessoas. Em cidades inteligentes orientadas pelo Design Estratégico, projetos não começam com a tecnologia, mas com perguntas. Perguntas sobre quem será impactado, sobre quais relações serão transformadas e sobre quais valores estão sendo reforçados. A tecnologia entra depois, como meio, não como fim. Outro aspecto central da prática do Design Estratégico nas cidades é a articulação entre atores. Gestores públicos, técnicos, empresas, universidades e cidadãos raramente falam a mesma linguagem. O design atua como mediador, criando espaços de diálogo, visualizando problemas complexos e facilitando decisões coletivas. Muitas vezes, o maior avanço não está na solução final, mas no processo que constrói confiança e entendimento compartilhado, assim desenvolvendo a maturidade dos atores durante a jornada. No mundo prático, cidades inteligentes também aprendem fazendo. Projetos-piloto, experimentações urbanas e ajustes contínuos fazem parte dessa lógica. Errar pequeno, aprender rápido e adaptar constantemente é mais inteligente do que implantar soluções rígidas que ignoram a diversidade urbana. Quando o Design Estratégico se conecta às cidades inteligentes dessa forma, ele ajuda a transformar políticas em experiências, planos em ações e tecnologias em ferramentas de cuidado coletivo. A inteligência urbana deixa de ser um discurso e passa a ser uma prática cotidiana, construída com gente, para gente, no ritmo real da cidade. MSc. Jeferson SigalesProfessor (IFSul), pesquisador (FURG) e CEO no Instituto Sigales

Cidades Inteligentes só existem com e para as pessoas

A HORA DO SUL | Terça-feira, 13 de janeiro de 2026. Quando falamos em cidades inteligentes, ainda é comum que a primeira imagem que venha à mente seja a de tecnologias de ponta: sensores nas ruas, câmeras interligadas, dados em tempo real, aplicativos que otimizam a mobilidade. Embora esses elementos também façam parte, a inteligência urbana vai muito além da infraestrutura tecnológica. Desde 2007, o modelo proposto por Giffinger e colaboradores tem ajudado a ampliar esse olhar. Em vez de restringir o conceito ao digital, eles propuseram uma abordagem baseada em seis dimensões interdependentes que, juntas, revelam o verdadeiro potencial de uma cidade inteligente. A primeira delas é a Economia Inteligente, que diz respeito à capacidade de inovação, ao empreendedorismo, à flexibilidade do mercado de trabalho e à competitividade da cidade. Uma economia inteligente está atenta às transformações e aposta na criatividade como motor de desenvolvimento. Em seguida, temos as Pessoas Inteligentes. Aqui entra o capital humano e social: o nível educacional, a disposição para aprender continuamente, a participação cidadã e a abertura à diversidade. Cidades inteligentes são feitas por pessoas que pensam criticamente e se engajam ativamente na construção de soluções coletivas. A Governança Inteligente envolve a qualidade das políticas públicas, a transparência, a participação da população nas decisões e o uso de tecnologias para aproximar o cidadão da gestão. Não se trata apenas de governos digitais, mas de governos que escutam e dialogam. A Mobilidade Inteligente diz respeito à acessibilidade e aos sistemas de transporte sustentáveis. Cidades que valorizam deslocamentos eficientes, integrados e menos poluentes avançam no sentido de mais equidade e bem-estar urbano. O Ambiente Inteligente aponta para o uso responsável dos recursos naturais, políticas de sustentabilidade, qualidade ambiental e planejamento urbano alinhado à resiliência ecológica. São cidades que cuidam do presente sem comprometer o futuro. Por fim, a Vida Inteligente reúne aspectos relacionados à qualidade de vida: saúde, segurança, moradia, cultura, lazer e coesão social. Porque não há cidade inteligente se não houver dignidade e bem-estar para quem nela habita. Essas dimensões estão conectadas por múltiplos fios. E é justamente aí que o Design Estratégico se mostra potente. Como abordagem que promove a articulação entre diferentes saberes e interesses, o design atua na costura entre essas dimensões, propondo processos colaborativos, sensíveis e situados. Pensar cidades inteligentes, portanto, é pensar de forma integrada. É valorizar as pessoas mais do que as tecnologias. É desenhar políticas a partir de escutas profundas. É reconhecer que o futuro urbano se constrói nas intersecções entre inovação, inclusão e imaginação coletiva. E talvez, mais do que responder à pergunta “quão conectada é uma cidade?”, devêssemos perguntar: “quão conectadas estão as pessoas que nela vivem?” MSc. Jeferson SigalesProfessor (IFSul), pesquisador (FURG) e CEO no Instituto Sigales

Quando a cidade desafia nossas certezas

A HORA DO SUL | Sexta-feira, 19 de dezembro de 2025. Toda cidade carrega uma porção de certezas: onde é seguro caminhar, como o trânsito funciona, o que dá ou não dá certo por aqui. Mas será que essas certezas ajudam ou atrapalham a imaginar uma cidade melhor? Essa é uma pergunta que ecoa nas ideias de Gaston Bachelard, filósofo francês que se dedicou a entender como pensamos a ciência e o conhecimento. Para ele, não aprendemos simplesmente somando novas informações. Aprendemos mesmo quando conseguimos romper com o que ele chama de “experiência primeira”, aquela sensação de que já sabemos, de que basta olhar ou viver algo uma vez para entender como aquilo funciona. A experiência primeira, segundo Bachelard, é um obstáculo. Não porque ela esteja errada, mas porque nos impede de aprofundar. É como se o costume nos cegasse para o novo. E se pensarmos nas cidades, percebemos o quanto isso é real. Quantas vezes aceitamos o trânsito caótico, a falta de espaços públicos ou a ausência de diálogo entre gestão e população como algo “normal”? Quantas vezes desistimos de propor algo diferente porque “aqui é assim mesmo”? A experiência primeira não se limita a um momento inicial. Ela se cristaliza como verdade. Torna-se a base de um pensamento que não se renova. Por isso, para Bachelard, avançar no conhecimento exige romper com essas ideias sedimentadas. Exige rupturas. E mais: exige aceitar que o conhecimento também é um processo de desconstrução. Refletir com Bachelard nos ajuda a perceber que transformar uma cidade começa por transformar o nosso jeito de pensar sobre ela. E é aí que entra o Design Estratégico. Essa abordagem entende a cidade como um sistema vivo, cheio de tensões e possibilidades, que só pode ser transformado quando escutamos mais e julgamos menos. O design, nesse contexto, não serve para dar respostas prontas, mas para provocar boas perguntas. Para criar espaços de escuta, de ruptura com o óbvio, de invenção coletiva. O Design Estratégico atua como mediador entre diferentes saberes e interesses. Ele desafia soluções automáticas e propõe processos colaborativos, onde a inteligência coletiva é protagonista. Ele ajuda a desconstruir a ideia de que algumas pessoas sabem tudo enquanto outras apenas executam. Em uma cidade que aprende, todos têm algo a ensinar. E todos têm algo a questionar. A cidade inteligente não é a que tem mais sensores ou aplicativos. É a que tem mais capacidade de rever suas certezas. É aquela que reconhece que saber não vem apenas de dados, mas também da abertura para mudar de ideia. Nesse sentido, o Design Estratégico e o pensamento de Bachelard se encontram: ambos reconhecem que para transformar é preciso duvidar. Duvidar do que parece natural, inevitável, inquestionável. Dialogar com Bachelard nos lembra que uma cidade melhor se constrói quando deixamos de lado a experiência primeira e nos colocamos em estado de aprendizagem. Porque só aprende quem aceita duvidar do que pensa que já sabe. E talvez seja nesse movimento de dúvida, escuta e reinvenção que comece a verdadeira inteligência urbana e coletiva. Jeferson SigalesProfessor (IFSul), pesquisador (FURG) e CEO no Instituto Sigales

A cidade pensada como possibilidade

A HORA DO SUL | Quinta-feira, 4 de dezembro de 2025. Caminhar pela cidade é mais do que transitar entre um ponto e outro. É um ato que nos coloca diante de múltiplas camadas de significados: sociais, históricos, simbólicos e afetivos. Cada rua carrega memórias. Cada praça traduz um traço cultural. Cada esquina reúne desejos, tensões e possibilidades. Viver a cidade é, portanto, um exercício contínuo de interpretação do mundo e, ao mesmo tempo, de invenção de futuros possíveis. Quando pensamos em cidades, não falamos apenas de estruturas físicas ou de sistemas operacionais. Falamos de gente. Falamos de redes de relações. De vínculos construídos no cotidiano. É justamente nesse ponto que o Design Estratégico atua como uma prática que escuta, conecta e projeta. Design aqui não é sinônimo de estética ou produto. É verbo. É ação que articula ideias, acolhe divergências e constrói sentidos. É um modo de ver, pensar e agir no mundo. Nessa abordagem, a cidade deixa de ser apenas um território a ser administrado para se tornar um ecossistema vivo, onde decisões, afetos, tecnologias e políticas se entrelaçam. Nos últimos anos, o conceito de Cidades Inteligentes tem ganhado espaço no debate público. Em muitos contextos, a discussão se concentra exclusivamente na dimensão tecnológica: sensores, dados, automações. Embora esses elementos sejam importantes, eles são apenas uma parte do todo. A inteligência urbana que importa é a que promove inclusão, escuta, pertencimento e qualidade de vida. É aquela que entende que os cidadãos não são apenas usuários de serviços, mas agentes ativos, cocriadores de valor, protagonistas do desenvolvimento. Nesse cenário, o Design Estratégico tem um papel fundamental. Por sua natureza colaborativa e relacional, oferece caminhos para lidar com a complexidade dos desafios contemporâneos. Em vez de impor soluções pré-formatadas, propõe processos abertos, onde diferentes vozes podem se encontrar, dialogar e construir respostas mais conectadas à realidade local. Trata-se de uma abordagem que valoriza o processo tanto quanto o resultado. Cada território é único, com suas histórias, identidade e pessoas. E é por isso que não há uma panaceia, porém há caminhos e processos que contribuem em diferentes cenários, mais do que pseudo-atalhos. Por isso, irei compartilhar minhas reflexões e achados, nesse caminho para construção de uma tese no doutorado em administração na FURG, trajetória que visa construir um mapa para beneficiar a jornada de cidades em direções mais inteligentes. Refletir sobre essas intersecções entre Design Estratégico e Cidades Inteligentes é, antes de tudo, um convite. Um convite à imaginação crítica, à escuta sensível e à ação coletiva. Que este espaço compartilhado sirva como sementeira de ideias, provocador de conversas e catalisador de transformações. Jeferson SigalesProfessor (IFSul), pesquisador (FURG) e CEO no Instituto Sigales

Jornal Tradição Regional: Programa Zona Sul em Movimento #44

Participei do programa Zona Sul em Movimento, transmitido pelo Jornal Tradição Regional, em uma conversa sobre criatividade, desenvolvimento territorial e iniciativas que fortalecem o ecossistema de inovação na região sul do Rio Grande do Sul. Durante o programa, discutimos o reconhecimento de Pelotas como uma das cidades TOP 10 do Brasil em criatividade colaborativa, resultado das ações realizadas durante o World Creativity Day, movimento global que celebra a criatividade e a inovação como motores de transformação social e econômica. A entrevista também abordou reflexões sobre desenvolvimento pessoal e profissional, incluindo o tema do Eneagrama da Personalidade, e como diferentes abordagens de autoconhecimento podem contribuir para lideranças, empreendedores e organizações que buscam evoluir em ambientes cada vez mais complexos. A conversa contou também com a participação da administradora Delania Afonso, ampliando o debate sobre criatividade, desenvolvimento humano e iniciativas que fortalecem a cultura de inovação na região. 🎥 Assista à entrevista completa:

Plano de Voo: #131 -Dicas de design para os pequenos negócios

Participei do episódio #131 do programa Plano de Voo, do Sebrae RS, em uma conversa dedicada ao papel do design no desenvolvimento de pequenos negócios. Ao lado de Kelly Dias, designer e analista de desenvolvimento e curadoria de produtos do Sebrae RS, conversamos sobre como o design vai muito além da criação de identidades visuais. Durante o episódio discutimos como o design pode atuar de forma estratégica na construção de marcas, na diferenciação de produtos e na geração de valor para empresas de pequeno porte. A conversa, mediada pela jornalista e empreendedora Alexandra Zanela, apresenta reflexões práticas sobre como empreendedores podem utilizar o design como ferramenta de posicionamento, inovação e competitividade em seus negócios. O episódio reforça que o design, quando aplicado de forma estratégica, torna-se um aliado importante para fortalecer marcas e ampliar oportunidades de mercado para pequenos empreendedores. 🎥 Assista ao episódio completo: